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Organizações de todo o mundo se alinham em torno de tendências sociais à procura de aspectos em comum na América, Ásia, Europa e África

Segundo autoridades locais do Global Exchange, uma rede do CECP, aproveitar ativos, ser guiado por um propósito, apoiar as metas de desenvolvimento sustável e investir em digitalização são as principais preocupações das grandes empresas em todo o mundo.

13 de outubro de 2017, Nova York, NY – Reforçando ainda mais as tendências mundiais observadas no último ano entre algumas das maiores empresas globais, afiliadas do Global Exchange, uma rede do CECP: The CEO Force for Good, identificaram quatro áreas de enfoque essenciais: Aproveitar ativos, ser pautado por um Propósito em todos negócios, suporte mais amplo às Metas de desenvolvimento sustentável e Adoção e integração digitais em diversas áreas.

O Global Exchange, uma iniciativa do CECP criada há quase dois anos, busca unir organizações envolvidas em causas sociais corporativas em nível nacional para fomentar o setor corporativo como um força pelo bem em todo o mundo. As organizações participantes (todas elas autoridades locais da Global Exchange em seus respectivos países) combinadas englobam 59% do PIB mundial e 50% da população do planeta. Entre elas, estão a Admical na França, a Beyond Philanthropy na Alemanha, a CECP nos EUA, a Cemefi no México, a Comunitas no Brasil, a CSRone Reporting em Taiwan, a Dynamo Academy na Itália, a Trialogue na África do Sul, a Korea Productivity Center na Coreia do Sul, a Samhita na Índia e a SynTao na China Continental e em Hong Kong. As autoridades locais trabalham individualmente com algumas das maiores empresas do mundo para apoiar seus esforços na área social, oferecendo aprendizados e contextos culturais, percepções especializadas baseadas em dados sobre esforços nacionais de impacto social, além de oportunidades para aprimorar programas corporativos em regiões de todo o mundo.

“As iniciativas de liderança do Global Exchange em definir padrões e avaliar o envolvimento social de corporações em todo o mundo foi essencial para atender às necessidades das multinacionais”, revela Carmen Perez, diretora de insights de dados do CECP. “A capacidade da rede Global Exchange de identificar as principais tendências representa uma ferramenta muito útil para empresas que buscam soluções para alguns dos problemas mais urgentes do planeta.”

As autoridades locais relatam que, segundo as empresas, essas quatro tendências são prioridade para executivos de CSR e profissionais em todo o mundo. Os temas foram fundamentados pelas constatações do relatório Giving Around the Globe do CECP, que deve ser publicado em meados de outubro.

Aproveitar ativos: desde investimentos de impacto, dados e propriedade intelectual até marca e logística,
as principais empresas estão superando os desafios sociais ao aproveitar seus inúmeros ativos e habilidades.

• A Trialogue citou o exemplo da Vodacom, uma empresa de telefonia móvel da África do Sul, que criou uma solução de visibilidade do estoque para possibilitar que enfermeiras clínicas administrassem a disponibilidade de medicamentos para condições crônicas e evitassem a falta de suprimentos. O programa oferece ao Ministério da Saúde da África do Sul informações atualizadas a cada minuto sobre a disponibilidade dos medicamentos, possibilitando melhorar o abastecimento dos medicamentos necessários nas clínicas.

• A KPC mencionou um exemplo relevante de como várias empresas de telecomunicações da Coreia do Sul estão usando sua tecnologia móvel para identificar necessidades entre grupos demográficos essenciais, incluindo idosos e refugiados. Ser pautado por um propósito:

• A Comunitas observou que as principais empresas brasileiras se concentraram em aumentar os investimentos sociais e alinhar programas com as funções essenciais dos negócios para reforçar o sentimento de criação de valor comum entre os funcionários, em vez de isolar o trabalho com investimentos sociais.

• O relatório Giving Around the Globe identificou que a região asiática apresentou uma taxa média de participação voluntária de funcionários superior à de qualquer outra região em 2016 (55%).

Metas de desenvolvimento sustentável: com 169 objetivos entre 17 metas globais, organizações e empresas estão alinhando suas iniciativas de impacto social para apoiar as ambiciosas políticas da ONU, visando encontrar soluções para crises globais sistêmicas, incluindo pobreza e fome, mudanças climáticas, saúde e acesso à educação.

• De acordo com a CSRone Reporting, “as metas de desenvolvimento sustentável (MDSs) fornecem objetivos e normas em comum que possibilitam que setores privados repensem seus modelos de negócios, o que pode transformar desafios e problemas globais em soluções para as empresas”.

• A SynTao compartilha da mesma atenção com as MDSs na China Continental e em Hong Kong com o 13º Plano Quinquenal da China. Neste plano, o setor empresarial da China foi convidado a repensar sua estratégia de desenvolvimento de CSR dentro das respectivas empresas e garantir que os planos estejam alinhados às metas do governo nacional, que também estão em estreita sincronia com as MDSs. Com o uso de big data, o cronograma oferece às empresas indicadores-chave para tratar das necessidades sociais de consumidores e clientes seguindo as palavras de ordem “Cuidar daquilo que importa”.

• A Dynamo observou que as MSDs oferecem uma oportunidade única para criar uma linguagem concisa de envolvimento social sobre filantropia corporativa, que pode ser comunicada em nível global, uma vez que elas representam temas e objetivos amplamente reconhecidos.

Adoção e integração digitais: com a tecnologia digital oferecendo uma oportunidade para melhorar diversos problemas sociais em todo o mundo, a ampla adoção de tecnologias e o uso estratégico de dados representam uma oportunidade significativa para organizações e empresas.

• A Beyond Philanthropy menciona o uso corporativo de algoritmos complexos e análises de dados para selecionar e identificar instituições beneficentes e ONGs efetivas e ajudar a identificar possíveis parcerias de impacto.

• Na Índia, a Samhita observou a liderança do setor de tecnologia de telecomunicação e informação no investimento crescente em programas de alfabetização digital como parte de seus programas de impacto social, uma vez que essa área se alinha muito bem com seus modelos de negócios.

As autoridades locais do Global Exchange trabalham com os líderes corporativos de algumas das maiores empresas do mundo para ajudar a transformar a respectiva estratégia social ao possibilitar conexões personalizadas e networking, conselho e suporte, avaliação e tendências, além de desenvolvimento da conscientização e reconhecimento.

O relatório Giving Around the Globe do CECP é o resultado de uma análise abrangente dos dados de grandes empresas sediadas em países de todo o mundo. A publicação, que estará disponível em breve, é a quinta edição do relatório ampliado, que avalia as atividades de envolvimento corporativo global em diversas regiões do mundo e analisa as tendências e os desenvolvimentos entre as principais empresas.

Entre em contato com Laura Galindo para obter mais informações sobre o Global Exchange: [email protected]

 

SOBRE O CECP: THE CEO FORCE FOR GOOD
O CECP é uma coalizão formada por CEOs que acreditam que a estratégia social de uma empresa (como ela interage com os principais interessados, incluindo funcionários, comunidades, clientes e investidores) determina o sucesso da mesma. Fundada em 1999 pelo ator e filantropo Paul Newman para criar um mundo melhor por meio das empresas, o CECP cresceu e se tornou um movimento com mais de 200 das maiores empresas do mundo, que representam US$ 7 trilhões em receita, US$ 18,6 bilhões em investimentos sociais, 13 milhões de funcionários e US$ 15 trilhões em ativos administrados. O CECP ajuda empresas a transformar a estratégia social ao possibilitar conexões personalizadas e networking, conselho e suporte, avaliação e tendências, além de desenvolvimento da conscientização e reconhecimento.

 

 

Fonte: CECP

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