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Apesar da cautela, previsão é de manutenção e até crescimento dos investimentos sociais corporativos brasileiros

A solidez do compromisso com a responsabilidade social não significa que as decisões de investimento sejam imunes a contratempos.

Maturidade e solidez são as palavras que definem o trajeto de 10 anos de investimento social corporativo das empresas, fundações e institutos que integram o grupo do Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC), pesquisa liderada pela Comunitas.

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Os dados do último BISC, em 2017, demonstra a solidez dos compromissos das empresas brasileiras com a sua atuação no campo social, fortalecida em decorrência de uma constante preocupação com a renovação das estratégias e dos métodos aplicados à seleção e à gestão dos projetos executados.

A média anual dos valores investidos pelo grupo no período 2007-2011, foi de R$ 2,3 bilhões; nos últimos cinco anos essa média subiu para R$ 2,8 bilhões.

 Leia mais: Bate-Bola | Coordenadora do BISC, Anna Peliano comenta a pesquisa e os investimentos sociais corporativos do Brasil 

A solidez do compromisso com a responsabilidade social não significa que as decisões de investimento sejam imunes a contratempos e prejuízos causados por instabilidades políticas e econômicas.

Porém, apesar de a década ter sido marcada por fortes oscilações na economia, o volume de recursos destinados aos investimentos sociais exibiu uma clara tendência de crescimento e uma efetiva resiliência em momentos de maiores dificuldades.

“A atuação social das empresas decorre de uma série de fatores que se sobrepõem à crise econômica. Compromissos sociais, interesses dos negócios e pressões da sociedade são determinantes para a sustentabilidade dos investimentos sociais e ganham relevância redobrada em conjunturas mais desfavoráveis”, explica Anna Peliano, coordenadora da pesquisa BISC.

 

Nesse vídeo, Anna Peliano explica a trajetória do BISC e dos investimentos sociais corporativos brasileiros. Aperta o play!

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